Verifique a compatibilidade entre plantas como tomate, manjericão e cenoura.
O cultivo consorciado combina hortaliças, ervas e flores que crescem melhor lado a lado e separa pares que competem ou compartilham pragas. A ferramenta aceita até dez culturas e devolve uma nota de compatibilidade com uma breve justificativa — útil para hortas urbanas e canteiros elevados em zonas USDA 9–11 típicas de grande parte do Brasil.
A ferramenta avalia cada par contra uma tabela curada a partir de literatura de extensão (Embrapa, Cornell, Iowa State) e revisões de alelopatia. Três fatores compõem o score: competição radicular, pressão de pragas compartilhadas e complementaridade nutricional (uma cultura exigente em N ao lado de leguminosa fixadora marca pontos). Inclui as Três Irmãs (milho + feijão trepador + abóbora) e antagonistas clássicos como o funcho.
Tomate, manjericão e cebola no mesmo canteiro: a ferramenta marca tomate+manjericão como muito compatível (manjericão repele tripes) e tomate+cebola como neutro com efeito moderado contra pulgões.
Milho, feijão trepador e abóbora: nota positiva clássica. O milho funciona como tutor, o feijão fixa nitrogênio via rizóbio e a folhagem da abóbora cobre o solo.
Funcho perto de tomate ou feijão: nota negativa. O funcho libera compostos alelopáticos que inibem a maioria das solanáceas e fabáceas.
Vêm de tabelas de consorciação publicadas pela Embrapa, Cornell e Iowa State, e revisões revisadas por pares sobre alelopatia. Combinações apenas folclóricas são excluídas.
Não. A consorciação é uma decisão da mesma estação. Para rotação, plante leguminosa após uma cultura exigente em N (milho, brassicáceas).
Sim para flores documentadas como polinizadoras ou repelentes (calêndula, capuchinha, borragem, tagetes). Espécies puramente ornamentais sem literatura ficam de fora.